01 fevereiro 2015

Golpe em comércio eletrônico

As páginas de classificados eletrônicos estão ganhando mais adeptos. Com o anúncio em TV aberta, alguns sites têm chamado atenção do internauta para as possibilidades de negócio do chamado "mercado de pulgas". Em defesa desta prática de comércio, pode-se citar uma das vias do consumo consciente: repassar o produto e evitar o descarte ou abandono, implicando em mais recursos a serem utilizados na produção de outros bens. Por outro lado, deve-se tomar cuidados e evitar algumas formas de mau uso das ferramentas digitais.

Uma modalidade de golpe é o comprador que diz ter um parente residente na África e querer comprar um computador ou filmadora que estejam sendo anunciados. Os falsários mantêm contato e pedem que a conversa migre para um endereço de e-mail que eles fornecem. Um argumento forte para evitar a sedução de ganhos maiores, como eles prometem, é entender que se o seu produto for enviado para fora do país, estará sujeitos a taxas, impostos e seguros, como qualquer transação internacional.

O portal de vendas deve oferecer condições para que a transação garanta a segurança às partes, intermediando e acompanhando a negociação de forma a preservar os termos e garantias previstas, em consonância com os ditames legais. Neste ponto, a intermediação tem custo: se os participantes desejarem fazer uso de pagamentos por meio do portal, será cobrada uma taxa pelos serviços, o que alguns consideram um ultraje...

Vale refletir se existe mesmo "almoço grátis", e se o chamado "bom, bonito e barato" corresponde ao meio mais seguro de se manter as finanças em dia, ou, quiça, salva o planeta...

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